Adiantar o que já trabalhei
- Custo
- tarifa fixa
- Sai do próximo salário
- Meses comprometidos
- só o mês atual
- Juros
- nenhum
Aulas de 3 minutos e um simulador para entender a diferença entre adiantar o salário que você já trabalhou e pegar dinheiro emprestado do salário que ainda vai trabalhar.
Coloque o seu salário e quanto está faltando. Veja quanto cada caminho custa e o que acontece se o aperto se repetir todo mês.
O número grande é só o custo extra (os juros), sem contar o valor que você pegou.
É assim que nasce a bola de neve. No consignado, cada mês apertado vira um empréstimo novo por cima dos outros, e a dívida só cresce. No Meu Vale, o adiantamento é acertado no pagamento: cada mês começa do zero, sem dívida.
Simulação de exemplo, com parcelas fixas (tabela Price). Não é proposta de crédito. O Meu Vale não é empréstimo: é o adiantamento do salário que você já trabalhou, descontado na folha (art. 462 da CLT).
Leia no seu tempo. Cada aula termina com uma pergunta rápida. O seu progresso fica salvo neste celular.
Todo dia que você trabalha, uma parte do salário já é sua, mesmo que só caia no fim do mês. Adiantar esse valor é usar antes um dinheiro que já existe.
Empréstimo é diferente: é usar hoje um dinheiro que você ainda vai trabalhar para ganhar. Por isso tem juros: você paga pelo tempo que o banco esperou.
Qual destes usa um dinheiro que você já ganhou?
Isso. O adiantamento usa os dias já trabalhados no mês. Empréstimo e cartão usam dinheiro do futuro.
O consignado parece leve porque a parcela é pequena e sai direto do salário. O problema começa quando ele é usado para fechar o mês: no mês seguinte o salário já vem menor, e falta de novo.
Aí entra uma segunda parcela, depois uma terceira. O consignado pode comprometer até 35% do salário por muitos meses, e enquanto isso o dinheiro do mês continua não fechando.
Por que a bola de neve cresce?
Exato. O salário fica menor a cada parcela nova, e o aperto do mês seguinte é maior.
Não dá para organizar o que a gente não enxerga. Durante 30 dias, anote tudo o que sair: pode ser no bloco de notas do celular, com valor e motivo.
No fim do mês, separe em três grupos: o que é obrigatório (aluguel, luz, mercado, transporte), o que é escolha (delivery, lanches, apostas, compras por impulso) e dívidas. Os pequenos gastos de escolha, somados, costumam surpreender.
Qual é o primeiro passo para organizar o dinheiro?
Isso. Primeiro enxergar, depois decidir o que cortar.
A reserva de emergência é o dinheiro para o imprevisto: remédio, conserto, uma conta que veio maior. Sem ela, todo imprevisto vira dívida.
Ela não precisa começar grande. Guardar R$ 20 por semana dá mais de R$ 1.000 em um ano. Deixe separada da conta do dia a dia, num lugar que renda e que você possa sacar quando precisar.
Qual é a melhor hora de guardar dinheiro para a reserva?
Isso. Quem guarda primeiro, guarda sempre.
O Meu Vale existe para o imprevisto: você usa o salário que já trabalhou, sem juros e sem parcela. Mas lembre: o valor adiantado sai do próximo salário, e cada saque tem a tarifa de R$ 19,90.
Use quando precisar de verdade, peça só o necessário e anote quanto vai ser descontado. Se você está adiantando todo mês, é sinal de que o orçamento precisa de ajuste (volte à aula 3).
Qual destes é o melhor uso do Meu Vale?
Isso. Imprevisto, valor certo e você sabe quanto será descontado.
Quem aprende a usar o que já é seu deixa de cair na bola de neve. Isso aparece em menos faltas, menos pedidos de vale no RH e menos rotatividade.